CURSOS TÉCNICOS À DISTÂNCIA

quarta-feira, 17 de junho de 2015

PROBLEMAS AMBIENTAIS - VÍDEOS SOBRE QUALIDADE AMBIENTAL

 Base da P2 - 2
MEIO AMBIENTE: de acordo Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), É o conjunto de condições, leis, influências e infraestrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.
MEIO AMBIENTE DE ACORDO COM A ISSO 14.000: circunvizinhança (interior de uma empresa) em que uma organização opera, incluindo-se ar, água, solo, recursos naturais, flora, fauna, seres humanos e suas inter-relações.
HABITAT: Espaço onde os seres vivos, vivem e se desenvolvem.
ECOSSISTEMA: é uma unidade natural consistindo de todas as plantas, animais e micro-organismos (fatores bióticos) em uma área funcionando em conjunto com todos os fatores físicos não-vivos (abióticos) do ambiente.
Desenvolvimento Sustentável: É o modelo de crescimento econômico global que satisfaz as necessidades atuais da humanidade sem comprometer a capacidade das futuras gerações ...

DEGRADAÇÃO DA QUALIDADE AMBIENTAL: Alteração adversa das características do meio ambiente. (Conceito extraído da Lei 6.938/81 da Política Nacional do Meio Ambiente)

ÁGUA: A água é indispensável ao homem como:
Bebida e alimento; Higiene; Fonte de energia; Matéria prima; Via de transporte; Atividades recreativas; Abastecimento público; Irrigação;

Distribuição no Planeta:

Do total existente no mundo, cerca de 97, 5% são de água salgada. A água doce responde pelos 2,5% restantes, que se dividem em 1,72% nas geleiras e apenas 0,01% nos rios e lagos e 0,77% lençóis subterrâneos (subsolo). Dentro destes 2,5%, somente 0,008% é potável, pode-se beber sem qualquer tipo de tratamento.
 O CICLO DA ÁGUA: é a contínua circulação (movimentação) da água sobre e abaixo da superfície da Terra.
*É interessante salientar que somente conhecendo como funciona o ciclo conseguimos entender a poluição de aquíferos subterrâneos.
AUTODEPURAÇÃO: é a capacidade de um corpo d’água voltar as suas condições naturais, lentamente, sem a intervenção do homem.
EUTROFIZAÇÃO: é um fenômeno causado pelo excesso de nutrientes (compostos químicos ricos em fósforo ou nitrogênio) numa massa de água, provocando um aumento excessivo de algas.
*As principais fontes de nutrientes causadores da eutrofização são:
 a) esgotos domésticos e/ou industriais;
 b) águas de escoamento superficial nas lavouras (que arrastam os fertilizantes do solo para a água).
 
PROBLEMAS AMBIENTAIS

Poluição: Chama-se poluição à introdução excessiva, no meio ambiente, de compostos estranhos. Esses compostos, chamados de poluentes, quando lançados no ar, na água e no solo, alteram a sua composição e são prejudiciais à saúde.

De acordo com a lei 6.938, de 31/08/81, que dispõe sobre a Política Nacional de Meio Ambiente, poluição é definida como:
A degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente:
§  Prejudiquem a saúde, a segurança e o bem estar da população;
§  Criem condições adversas às atividades sociais e econômicas;
§  Afetem desfavoravelmente a Biota (conjunto de seres vivos de um ecossistema);
§  Afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente;
§  Lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.

 

POLUIÇÃO DA ÁGUA

Poluente hídrico 

Qualquer substância ou energia que quando introduzido num corpo d’água, venha alterar as propriedades desta água, afetando ou podendo afetar a saúde da biota e/ou modificando as propriedades das espécies minerais que dependem ou tenham contato com esta água.

Quando um rio está tão poluído que não tem mais peixes ou plantas, dizemos que é um rio morto. (Ex.: Rio Tietê – SP)
Tipos de Poluição da Água:
Sólidos suspensos: Consistem de partículas insolúveis e de sedimentação lenta. Exemplos: Areia Grossa, Areia Fina, Barro e Argila

Carga orgânica:  Quando grande quantidade de esgoto é despejada num rio, os dejetos servem de alimentos para certas bactérias que ali vivem, facilitando sua multiplicação. Essas bactérias, para respirar, passam então a consumir enorme quantidade de oxigênio dissolvido na água.

Por detergentes não biodegradáveis: Os detergentes não biodegradáveis formam um grande volume de espuma sobre a superfície da água, impedindo a penetração de luz e a produção de oxigênio através da fotossíntese. Com isso, morrem as plantas, os animais e os micro-organismos (biota) que dependem dele para sobreviver.

Poluição Térmica: São as mudanças significativas de temperatura nos corpos d’água que podem ser causadas por despejos industriais. A elevação da temperatura da água reduz a concentração de oxigênio nela dissolvido, dificultando a vida de determinadas espécies aquáticas.

 Por derrame de óleo e graxa O óleo forma em pouco tempo uma fina camada sobre a superfície, bloqueando a passagem de ar e luz e impedindo a fotossíntese e a respiração no meio aquático. Ele também contém metais e componentes altamente tóxicos, comprometendo a saúde e a vida dos seres aquáticos e dos que se abastecem dessa água. Ex. Apenas um litro de óleo é capaz de esgotar o oxigênio de 1.000.000 de litros de água, quando despejado em recursos hídricos.

Os problemas agudos referem-se aos vazamentos e derrames de navios petroleiros e as atividades clandestinas de lavagens dos tanques dos mesmos.
Os crônicos são aqueles gerados pela introdução contínua de hidrocarbonetos, através de pequenos vazamentos provenientes de operações de navios e Plataformas de Petróleo ou a introdução constante de dejetos urbanos e industriais.
Poluição dos mares: Poluição marinha é aquela caracterizada pela presença de lixos sólidos e poluentes líquidos nas águas dos mares e oceanos, que são frutos de atividade humana, que quando despejados nos oceanos e mares, podem matar as algas marinhas que são os maiores produtores de oxigênio do planeta. Produzem 54,7% de todo o oxigênio do planeta elas também podem ser extremamente úteis como futura fonte de alimento para toda a humanidade.


POLUIÇÃO DO AR
Poluição do ar: É qualquer forma de matéria ou energia com intensidade e em quantidade, concentração, tempo ou característica em desacordo com os níveis estabelecidos, e que tornem ou possam tornar o ar:
          Impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde;
          Inconveniente ao bem-estar público;
          Danoso aos materiais, à fauna e flora;
          Prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade.
 A poluição do ar é decorrente da contaminação do ar por gás, vapores, e materiais particulados decorrente das ações humanas e também de fenômenos naturais (incêndios espontâneos, ventos, vulcões, etc.). Ela não é um problema recente.
TIPOS DE POLUIÇÃO DO AR

Inversão térmica: O fenômeno da inversão térmica ocorre em dias frios, muito comum nos grandes centros urbanos industrializados. É uma condição climática que agrava o problema da poluição do ar.

Simplificando: A camada de ar fria, por ser mais pesada, acaba descendo e ficando numa região próxima à superfície terrestre, retendo os poluentes. O ar quente, por ser mais leve, fica numa camada superior, impedindo a dispersão dos poluentes.
Chuvas Ácidas: As chuvas ácidas são decorrentes, principalmente, da queima incompleta de combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão mineral. Esta queima produz, além do gás carbônico (CO), outros gases como as formas oxidadas do nitrogênio (N) e do enxofre (S) que são liberadas para a atmosfera. Uma delas, o Trióxido de enxofre (SO3), ao se combinar com o vapor d’água, forma o ácido sulfúrico, que é um dos principais responsável pela chuva ácida.
Formação dos ácidos sulfuroso e sulfúrico:
SO2 + H2O à H2SO3 (sulfuroso)
SO3 + H2O à H2SO4 (sulfúrico)

A chuva ácida tem sido responsável por grandes danos ao meio ambiente ocasionando:
§     Morte da vegetação;
§     Destruição das lavouras;
§     Acidificação e morte dos cursos d’água;
§     Descaracterização dos edifícios e monumentos históricos.
§     Acidificação dos solos.
Efeito estufa É um processo que ocorre quando uma parte da radiação infravermelha emitida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera, como o Dióxido de Carbono (CO2). Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo libertado para o espaço, causando o aquecimento global. Por outro lado o efeito estufa serve para manter o planeta aquecido, e assim, garantir a manutenção da vida, uma vez que sem a presença destes gases, a temperatura média do planeta seria muito baixa (cerca de 18ºC negativos). Esta troca de energia entre a superfície e a atmosfera proporciona uma temperatura média global, próxima à superfície, ideal ao desenvolvimento da vida (14ºC).
O aquecimento do planeta acarreta vários problemas ambientais, como por exemplo:
§     O degelo das calotas polares resulta no aumento do nível das águas dos oceanos. O nível dos oceanos já aumentou 20cm nos últimos cem anos e deverá continuar aumentando, podendo atingir um metro no final do próximo século. O aumento de 1 metro no nível dos mares alagaria 10% do território de Bangladesh, na Índia, deixando sem-terra cerca de oito milhões de habitantes;
§     A modificação na taxa de crescimento das plantas e dos animais;
§     Aumento no número de dias quentes e diminuição do número de noites frias;
§     Intensificação da violência das tempestades e ocorrência de mais terremotos.
Buraco na Camada de Ozônio: A camada de Ozônio é um escudo natural do nosso planeta. O Ozônio (O3) é um gás capaz de absorver os raios ultravioletas emitidos pelo Sol, que são extremamente prejudiciais à vida. Sem essa camada, a incidência de raios ultravioletas nocivos à Terra fica sensivelmente maior, aumentando as chances de contração de câncer e danos à saúde humana. Para alguns cientistas, esse buraco é decorrente da própria dinâmica da atmosfera. Outros acham que ele se deve à liberação na atmosfera de um composto químico, o clorofluorcarbono (CFC). Conhecido como gás freon, o CFC é utilizado em larga escala em inseticidas, tintas, cosméticos, produtos de limpeza; ou como refrigerador em geladeiras e aparelhos de ar condicionado; ou ainda como propelente em sprays enlatados etc.
A destruição da camada de ozônio acarreta vários problemas ambientais, como por exemplo:
§  Danos à saúde humana: câncer de pele; enfraquecimento do sistema imunológico do organismo; incidência de catarata;
§  Danos às plantas; redução do crescimento, maior susceptibilidade as pragas, doenças e pestes; qualidade inferior das sementes.
§  Em 1987, representantes de 57 países, incluindo os maiores representantes, assinaram no Canadá o Protocolo de Montreal, contendo o compromisso de reduzir a produção pela metade até 1999.

POLUIÇÃO DO SOLO

É a alteração do solo por qualquer um dos inúmeros poluentes derivados da agricultura, da mineração, das atividades urbanas e industriais, dos dejetos animais, do uso de herbicidas ou dos processos de erosão.

Áreas Degradadas: São áreas que sofrem alterações em intensidade tão grande que comprometem o ecossistema local, oferecendo ameaça à continuidade de vida sadia e equilibrada no seu interior e entorno. Podem ainda facilitar a transferência de sua contaminação para outros locais.

Fontes de contaminação por atividades antrópicas (Humanas)

§      Lixiviação de Aterros Sanitários e Lixões
§     Tanques Combustíveis enterrados
§      Derramamentos acidentais
§      Vazamento de Tubulações e Tanques
§      Disposição inadequada de Resíduos Sólidos
§      Efluentes Industriais sem tratamento
§      Uso indiscriminado de defensivos agrícolas
§      Beneficiamento Mineral

Remediação de áreas degradadas

A remediação é sempre um processo difícil de ser realizado e extremamente caro, devendo usar-se preferencialmente o princípio da precaução: “É MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR”, cujo custo e facilidade de execução serão infinitamente menores.
Aula 1

Aula 2

Aula 3

Aula 4

Aula 5





sábado, 6 de junho de 2015

EQUIPAMENTOS SUBMARINOS PARA EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO


Ao longo de sua história, a Petrobras tem desenvolvido e aplicado soluções tecnológicas cada vez mais sofisticadas no ramo de engenharia submarina. São mais de quarenta anos de produção no mar, em lâminas d´água cada vez mais profundas, que exigiram a utilização dos mais modernos equipamentos offshore. O papel da engenharia submarina foi decisivo para desenvolver os inúmeros projetos de produção da companhia, que envolvem não só as atividades de operação, como também instalação e manutenção.
Abaixo, podemos conhecer um pouco mais sobre esses equipamentos, que, ao lado de novas tecnologias desenvolvidas ao longo dos anos, permitem à Petrobras destacar-se mundialmente na exploração e produção de petróleo em águas profundas e ultra profundas.

Árvore de Natal Molhada (ANM)
A ANM é um equipamento instalado na cabeça do poço submarino, composto de um conjunto de conectores e válvulas que permitem controlar o fluxo dos fluidos produzidos ou injetados no poço. É projetado para suportar elevadas pressões e temperaturas do poço (além de elevadas pressões e baixas temperaturas ambientes). Pode ser instalada com suporte de mergulhadores em profundidade de até 300m ou, em águas profundas e ultra profundas, com auxílio de um veículo de operação remota (ROV).
O nome árvore de natal tem origem na década de 1930, quando moradores de províncias petrolíferas norte-americanas fizeram a associação do equipamento coberto de neve com um pinheiro natalino. Com a descoberta de petróleo no fundo do mar, o equipamento foi adaptado às novas condições e passou a ser chamado de árvore de natal molhada ou ANM, muito utilizada em sistemas de produção offshore.

Manifold
Outro tipo de equipamento importante que pode estar presente no layout submarino são os manifolds, equipamentos que conjugam a produção de dois ou mais poços. De forma geral, são conjuntos de válvulas e assessórios que permitem a manobra e junção das correntes produzidas pelos poços, formando uma única corrente em direção à Unidade de Produção. Os manifolds podem também ser utilizados para permitir que um grupo de poços compartilhem sistemas de injeção de água e gás-lift.
De forma mais objetiva e simplificada, eles servem para o direcionamento da produção de vários poços às unidades de produção e também para distribuir fluidos destas para serem injetados nos poços. Como agrupam os fluidos produzidos por poços, os manifolds ajudam a reduzir o número de linhas conectadas à plataforma, além de reduzir o comprimento total das linhas de interligação de poços usados num sistema de produção.

Linhas flexíveis e risers
Linhas flexíveis e risers são os dutos que conduzem os fluidos produzidos pelo poço para unidades de produção. Podem também ser utilizados para interligação de uma unidade a outra, para injeção ou descarte de fluidos em reservatórios ou para a exportação da produção em terra.
Os dados ou linhas flexíveis apresentam formato tubular e são constituídos de diversas camadas de materiais metálicos e não-metálicos, cada qual com função específica. Os dutos flexíveis possuem em suas extremidades acessórios denominados “conectores” e são empregados em todo sistema submarino de coleta e escoamento, ligando as árvores de natal molhadas a manifolds ou risers.
Já os riseres, são os trechos suspensos das tubulações que interligam as linhas de produção submarinas (oriundas de uma árvores de natal molhada ou manifold) às plataformas. Podem também ser utilizados para conduzir fluidos da superfície até o leito marinho, como os risers de injeção e de exportação. Os risers podem ser flexíveis ou rígidos.

Umbilicais e Equipamentos de Interligação
Além dos equipamentos descritos acima, outros também compõe os arranjos submarinos dos sistemas de produção. Dois exemplos são os equipamentos de interligação do tipo PLET e PLEM, além dos umbilicais eletro-hidráulicos.
Os equipamentos de interligação PLET (Pipeline End Termination) são equipamentos instalados na extremidade de um trecho rígido a fim de permitir a interligação entre este e outro duto flexível. Já os do tipo PLEM (Pipeline End Manifold), são instalados na extremidade de um trecho de duto a fim de permitir a interligação entre este e um ou mais trechos de dutos.
Os umbilicais eletro-hidráulicos são constituídos por um conjunto de mangueiras e cabos elétricos, utilizados para operar remotamente equipamentos e válvulas submarinas, injetar produtos químicos e monitorar parâmetros operacionais (temperatura e pressão) de poços.

Equipamentos de interligação tipo PLEM e PLET
Os PLETs (Pipeline End Termination) são equipamentos que possibilitam a interligação submarina entre dutos rígidos e dutos flexíveis ou entre um duto e um equipamento submarino.
Os PLEMs (Pipeline End Manifold) são instalados na extremidade de um trecho de duto, permitindo sua interligação com outros trechos de dutos.


Interligação de Plataformas
 Fonte: Petrobras

quinta-feira, 4 de junho de 2015

9 REGRAS DA ETIQUETA CORPORATIVA QUE VOCÊ PRECISA SEGUIR

Não basta você ter boa formação e estar bem preparado para fazer o seu trabalho. Quem quer crescer na carreira precisa também estar pronto para representar a empresa, seja no modo de falar, de vestir ou de se relacionar com os colegas. A consultora empresarial Cynthia Cunha listou nove regras de etiqueta corporativa que todo profissional precisa seguir, mas que ainda geram muitos escorregões por aí…
1 – Gentileza não tem a ver com hierarquia. A consultora garante que (infelizmente) é muito comum encontrar funcionários extremamente educados e simpáticos com o chefe e não tão afáveis com os que estão abaixo na hierarquia da empresa, incluindo sua própria equipe e também quem faz aquele café delicioso, cuida da limpeza do escritório e recebe os clientes. Desejar “Bom dia” (dizer por favor, obrigado…) para a copeira, ou auxiliares de serviços gerais com o mesmo entusiasmo e a mesma gentileza que empenha na conversa com o chefe é essencial.
2 – Ambiente impróprio para explosões. Nada justifica uma explosão de nervos no ambiente profissional. NADA, ok? Não importa que você esteja cheio de problemas pessoais, lotado de coisas para fazer, com metas impossíveis para cumprir e ainda receba, logo cedo, uma bomba para desarmar até a hora do almoço. Respire fundo e controle-se. “Explosões não têm espaço no trabalho e ninguém é obrigado a conviver com isso”, diz Cynthia. E tem mais. Ela garante que pessoas birrentas, choronas e reclamonas são as primeiras a receber cartão vermelho.
3 – Decotão traiçoeiro. Bom senso, por favor, antes que isso acabe com sua imagem profissional. “Os homens não trabalham porque perdem a concentração e as mulheres porque querem saber quantos mililitros a colega colocou lá”, brinca Cynthia.
4 – Micos tecnológicos. É simples assim: não pode atender celular durante a reunião, não pode nem deixar o celular tocar (deixe em silencioso e, se realmente for uma urgência, saia rapidamente para atender), não pode enviar piadas, correntes, orações para os colegas da empresa, não pode mandar bom dia para o grupo do WhatsApp às 7 horas da manhã (de preferência, nem mais tarde), não pode deixar de retornar emails (nem que seja para dizer que recebeu e logo vai responder)... A lista aqui é longa.
5 – Beijinhos forçados. Excesso de intimidade também pega muito mal no trabalho. A etiqueta corporativa manda não forçar a mão dando beijinhos em todas as pessoas da sua área todos os dias pela manhã. Guarde isso para ocasiões como aniversários, confraternizações ou comemorações, se for o caso.
6 – Olha a boca, menino(a)! Palavrões e gírias são tão inadequados quanto voz alta e xingamentos. É óbvio, mas não custa lembrar.
7 – Críticas e elogios. A etiqueta para esses dois casos é a seguinte: críticas são feitas em particular e elogios podem ser feitos em público.
8 – Pontualidade também é educação. É fato que, no Brasil, os atrasos são muito tolerados. É fato também que quem trabalha em grandes centros e sofre com o trânsito muitas vezes tem dificuldade para se programar, mas é importante ser pontual tanto no horário de chegada ao trabalho quanto nas reuniões, nos encontros e em todos os compromissos ligados à empresa.

9 – Passar a perna no chefe na frente do chefe dele. “Acontece muito de alguém querer aparecer contestando o chefe durante uma reunião em que também estão presentes os níveis mais altos da hierarquia”, conta Cynthia. A dica é: não faça isso porque você vai queimar mais o seu filme do que o do seu chefe. Além, é claro, de inviabilizar a relação de confiança que você poderia ter com ele.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

IRATA: TRABALHO EM ALTURA NO OFFSHORE – COM VÍDEOS

A IRATA – Rope Access Trade Association – foi criada no Reino Unido em 1988 e seu número de filiados tem aumentado para incluir filiados do Brasil, França, Itália, Espanha, Alemanha, China, África do Sul, Irã, Malásia e muitos outros países do mundo.

Originalmente formada para resolver problemas de manutenção na indústria de extração de petróleo e gás em alto mar, a técnica de acesso por corda desenvolvida pela IRATA é agora usada numa vasta série de trabalhos de reparação, manutenção, inspeção e acesso. Dado que fornece um registro de segurança sem paralelo, um intervalo de tempo rápido de instalação e desmontagem, vantagens positivas para o ambiente e não requere a necessidade de equipamento de acesso invasivo ou de perturbação do local, a popularidade do sistema de acesso por corda da IRATA continua aumentando em todo o mundo.
O objetivo da IRATA é promover e desenvolver o sistema seguro de acesso por corda que criou, apoiar suas empresas filiadas e permitir que seus técnicos trabalhem de uma forma segura e eficaz. Todas as empresas filiadas da IRATA devem cumprir com qualificações específicas para poderem entrar e serem submetidas a auditorias regulares e independentes para assegurar que cumpram com os requisitos da IRATA de segurança, treinamento, práticas de trabalho e garantia de qualidade.
Esse vídeo foi feito com uma GoPro à bordo da auto-elevável West Leda, da Seadrill. É isso que se vê quando uma GoPro vai IRATA em plataforma. Aproveitem. “Feche os olhos e a sensação vai passar
Sonda West Leda, da Seadrill
Vídeo 1 - GoPro Rope Access at Seadrill West Leda Jackup Rig Offshore
A sonda West Leda é uma auto-elevável de 375pés gerenciada pela Seadrill. Esta sonda premium está classificada para perfurações de até 30.000pés e pode acomodar uma tripulação de aproximadamente 120 pessoas.
A sonda foi construída num design tipo BM Pacific 375 pelo estaleiro PPL em Singapura. A construção da auto-elevável ficou estimada em aproximadamente $ 215 milhões e foi entregue em 2010.
Vídeo 02 - FMS (M) Sdn Bhd : Offshore Abseiling – Lifeboat Inspection at ExxonMobil Lawit Field

Ao invés de desabilitar a cápsula de evacuação colocando-a no deque para inspeção, os inspetores desceram de rapel para verificarem o sistema do bote salva-vidas. Esse método reduz drasticamente os custos e o tempo de operação da inspeção para o cliente, sendo essa inspeção obrigatória a cada 5 anos pelo IMO/SOLAS.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Consórcio TTP-76 (Techint / Technit) retoma construção da P-76, contratações deverão chegar a um pico de 2.300 empregos – VEJA AS VAGAS EM ABERTO!

Consórcio TTP-76 (Techint / Technit) retoma construção da P-76, contratações deverão chegar a um pico de 2.300 empregos – VEJA AS VAGAS EM ABERTO!

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE EPI EPC e RISCOS AMBIENTAIS

1- Qual é o conceito de Higiene do Trabalho?

R- É a ciência e a arte dedicada ao reconhecimento, avaliação e ao controle de riscos.


2- Quais são os 4 fundamentos básicos da Higiene do Trabalho?

R- Antecipação, reconhecimento, avaliação e controle.

3- Explique os 4 pontos (antecipação, reconhecer, avaliação e controle) que fundamentam a Higiene  do Trabalho.
  • Antecipar: Visa a detecção precoce de fatores de riscos ligados a agentes ambientais;
  • Reconhecer: Deve ter conhecimento prévio dos agentes do ambiente do trabalho, ou seja, saber reconhecer os riscos presentes nos processos de trabalho, operações, etc.
  • Avaliar: Poder emitir um juízo de tolerabilidade sobre uma exposição a um agente ambiental.
  • Controlar: Adotar medidas/ realizar ações específicas de controle, como projetos/ Intervir sobre operações/ Definir ações de controle no t.

4- De que forma podemos classificar os riscos ambientais?
  1. Físicos;
  2. Químicos;
  3. biológicos;
  4. Ergonômicos;
  5. De acidentes.

5- Marque V (verdadeiro) ou F (falso) nas opções abaixo:

(F) Os riscos ambientais são agentes, elementos ou substâncias que não estão presentes nos locais.

(V) Os riscos ambientais podem afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo.

(V) Os riscos ambientais são classificados quanto a sua natureza, sendo eles físicos, químicos,
etc...

(V) São riscos físicos: vibraçõs, radiaçõesionizantes e não ionizantes, temperaturas extremas e umidade.

(F) Não são riscos biológicos: bacilos, bactérias, fungos, parasitas, vírus, protozoários.


6- Cite os 5 riscos químicos: (pedido 5, mas resposta com mais...)
  • Poeiras;
  • Fumos metálicos,
  • névoas;
  • neblinas;
  • gases e vapores;
  • substâncias/compostos ou produtos químicos.

7- Cite os 5 riscos biológicos:
  • Vírus;
  • Bactérias;
  • bacilos;
  • fungos;
  • protozoários;

8- Cite os riscos físicos:
  • Ruídos,
  • vibrações;
  • calor/frio (temperaturas extremas);radiação;
  • umidade;
  • pressões anormais.

9- Cite os riscos Ergonômicos:
  • Esforço físico interno;
  • trabalho em turno ou noturno;
  • jornada prolongada de trabalho;
  • monotonia;
  • situações causadoras de "estresse";
  • imposição de ritmos excessivos.

10- Cite os riscos de acidente de trabalho:
  • Arranjo físico inadequado;
  • iluminação inadequada;eletricidade;
  • animais peçonhentos; 
  • probabilidade de explosão.

11- Comente sobre as consequências de qualquer risco ambiental existente:
  • Risco Ergonômico: Cansaço, dores musculares, HAS, DM, libido (-), etc.
  • Risco de acidentes: Acidentes graves e de profissionais.
  • Acidentes biológicos: Vírus (hepatite), Bactérias (hanseníase, Bk), etc.
12- Mapa de Riscos - O que é? Objetivos? Quem elabora?
  • Apresentação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes no local de trabalho.
  • Reunir as informaçõs necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho, na empresa;/ estimular a participação nas atividades de prevenção (trabalhadores).
  • CIPA /SESMT; trabalhadores (imprescindível a participação devido ao conhecimento da área e envolvimento com os riscos).
13- No seu entendimento, o que é limite de tolerância?,

R- Concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará dano à saúde do trabalhador durante a sua vida laboral.


14- De acordo com a NR15, qual o limite de tolerância para o ruído contínuo para um empregado que trabalha 8 horas diárias?

R- 85 decibéis.

15 - Cite duas consequências provocadas pela exposição ao ruído:

R- Perda da audição/ perda auditiva temporária/ ruptura do tímpano.



terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

NBR 14.280 - ESPECIFICIDADES DO ACIDENTE - CLASSIFICAÇÕES

Atual norma para descrição e cadastro de acidentes, a NBR 14.280 fixa critérios para: o registro, comunicação, estatística, investigação e análise de acidentes do trabalho e; suas causas e consequências, aplicando-se a quaisquer atividades laborativas.
Nela adotaram-se conceitos e definições com vistas a aumentar a eficiência do trabalho preventivo, pela fixação de uma linguagem uniforme entre os que analisam os acidentes, caracterizando suas causas e consequências, procurando-se fazer dela, mais do que objeto de simples registro de suas consequências, um instrumento de pesquisa das causas do acidente. Alguma dessas definições e conceitos é o que vamos descrever aqui completamente baseado na NBR 14.280 – deixando um estudo mais aprofundado para um futuro treinamento que poderá vir implementado das avaliações qualitativas e quantitativas cujo conhecimento do que transcrevo a seguir é de suma importância.
Há sempre um acidente pessoal entre o acidente impessoal e a lesão
Acidente - inclui tanto ocorrências que podem ser identificadas em relação a um momento determinado quanto, ocorrências ou exposições contínuas ou intermitentes, que só podem ser identificadas em termos de período de tempo.

Lesão - inclui tanto lesões traumáticas e doenças, quanto efeitos prejudiciais mentais, neurológicos ou sistêmicos, resultantes de exposições ou circunstâncias verificadas na vigência do exercício do trabalho.

Definições
Acidente do trabalho: ocorrência imprevista e indesejável, instantânea ou não, relacionada com o exercício do trabalho, de que resulte ou possa resultar lesão pessoal.
Acidente sem lesão: acidente que não causa lesão pessoal. 
Acidente de trajeto: acidente sofrido pelo empregado no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela, qualquer que seja o meio de locomoção, inclusive veículo de propriedade do empregado, desde que não haja interrupção ou alteração de percurso por motivo alheio ao trabalho.
Acidente impessoal: acidente cuja caracterização independe de existir acidentado, não podendo ser considerado como causador direto da lesão pessoal.
Acidente inicial: acidente impessoal desencadeador de um ou mais acidentes.

Espécie de acidente impessoal (espécie): caracterização da ocorrência de acidente impessoal de que resultou ou poderia ter resultado acidente pessoal.
Acidente pessoal: acidente cuja caracterização depende de existir acidentado.

Tipo de acidente pessoal (tipo): caracterização da forma pela qual a fonte da lesão causou a lesão.
Agente do acidente (agente): coisa, substância ou ambiente que, sendo inerente à condição ambiente de insegurança, tenha provocado o acidente.

Fonte da lesão: coisa, substância, energia ou movimento do corpo que diretamente provocou a lesão.
Causas do acidente
Fator pessoal de insegurança (fator pessoal): causa relativa ao comportamento humano, que pode levar à ocorrência do acidente ou à prática do ato inseguro.
Ato inseguro: ação ou omissão que, contrariando preceito de segurança, pode causar ou favorecer a ocorrência de acidente.
Condição ambiente de insegurança (condição ambiente): condição do meio que causou o acidente ou contribuiu para a sua ocorrência.
Consequências do acidente
Lesão pessoal: qualquer dano sofrido pelo organismo humano, como consequência de acidente do trabalho.
Natureza da lesão: expressão que identifica a lesão, segundo suas características principais.

Localização da lesão: indicação da sede da lesão.
Lesão imediata: lesão que se manifesta no momento do acidente.
Lesão mediata (lesão tardia): lesão que não se manifesta imediatamente após a circunstância acidental da qual resultou.
Doença do trabalho: doença decorrente do exercício continuado ou intermitente de atividade laborativa capaz de provocar lesão por ação mediata.
Doença profissional: doença do trabalho causada pelo exercício de atividade específica, constante de relação oficial.
Morte: cessação da capacidade de trabalho pela perda da vida, independentemente do tempo decorrido desde a lesão.
Lesão com afastamento (lesão incapacitante ou lesão com perda de tempo): lesão pessoal que impede o acidentado de voltar ao trabalho no dia imediato ao do acidente ou de que resulte incapacidade permanente.
Lesão sem afastamento (lesão não incapacitante ou lesão sem perda de tempo): lesão pessoal que não impede o acidentado de voltar ao trabalho no dia imediato ao do acidente, desde que não haja incapacidade permanente.
Acidentado: vítima de acidente.


Incapacidade permanente total: perda total da capacidade de trabalho, em caráter permanente, sem morte. (Olhos, mãos, pés – dois dos seis pares).
Incapacidade permanente parcial: redução parcial da capacidade de trabalho, em caráter permanente que, não provocando morte ou incapacidade permanente total, é causa de perda de qualquer membro ou parte do corpo, perda total do uso desse membro ou parte do corpo, ou qualquer redução permanente de função orgânica.
Incapacidade temporária total: perda total da capacidade de trabalho de que resulte um ou mais dias perdidos, excetuadas a morte, a incapacidade permanente parcial e a incapacidade permanente total.
Dias perdidos: dias corridos de afastamento do trabalho em virtude de lesão pessoal, excetuados o dia do acidente e o dia da volta ao trabalho.
Dias debitados: dias que se debitam, por incapacidade permanente ou morte, para o cálculo do tempo computado.
Tempo computado: tempo contado em "dias perdidos, pelos acidentados, com incapacidade temporária total" mais os "dias debitados pelos acidentados vítimas de morte ou incapacidade permanente, total ou parcial".
Prejuízo material: prejuízo decorrente de danos materiais, perda de tempo e outros ônus resultantes de acidente do trabalho, inclusive danos ao meio ambiente.
Horas-homem de exposição ao risco de acidente(horas-homem): somatório das horas durante as quais os empregados ficam à disposição do empregador, em determinado período.

Taxa de frequência de acidentes: número de acidentes por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.
Taxa de frequência de acidentados com lesão com afastamento: número de acidentados com lesão com afastamento por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.
Taxa de frequência de acidentados com lesão sem afastamento: número de acidentados com lesão sem afastamento por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.
Taxa de gravidade: tempo computado por milhão de horas-homem de exposição ao risco, em determinado período.
Empregado: qualquer pessoa com compromisso de prestação de serviço na área de trabalho considerada, incluídos estagiários, dirigentes e autônomos.
Análise do acidente: estudo do acidente para a pesquisa de causas, circunstâncias e consequências.

Estatísticas de acidentes, causas e consequências: números relativos à ocorrência de acidentes, causas e consequências devidamente classificados.
Comunicação de acidente: informação que se dá aos órgãos interessados, em formulário próprio, quando da ocorrência de acidente.
Comunicação de acidente para fins legais: qualquer comunicação de acidente emitida para atender a exigências da legislação em vigor como, por exemplo, a destinada a órgão de previdência.
Comunicação interna de acidente para fins de registro: comunicação que se faz com a finalidade precípua de possibilitar o registro de acidente.
Registro de acidente: registro metódico e pormenorizado, em formulário próprio, de informações e de dados de um acidente, necessários ao estudo e à análise de suas causas, circunstâncias e consequências.
Registro de acidentado: registro metódico e pormenorizado, em formulário individual, de informações e de dados relativos a um acidentado, necessários ao estudo e à análise das causas, circunstâncias e consequências do acidente.
Formulários para registro, estatísticas e análise de acidente: formulários destinados ao registro individual ou coletivo de dados relativos a acidentes e respectivos acidentados, preparados de modo a permitir a elaboração de estatísticas e análise dos acidentes, com vistas à sua prevenção.
Cadastro de acidentes: conjunto de informações e de dados relativos aos acidentes ocorridos.

Custo de acidentes: valor do prejuízo material decorrente de acidentes.
Custo segurado: total das despesas cobertas pelo seguro de acidente do trabalho.
Custo não segurado: total das despesas não cobertas pelo seguro de acidente do trabalho e, em geral, não facilmente computáveis, tais como as resultantes da interrupção do trabalho, do afastamento do empregado de sua ocupação habitual, de danos causados a equipamentos e materiais, da perturbação do trabalho normal e de atividades assistenciais não seguradas.
Elementos essenciais: informações indispensáveis para as estatísticas e análise de acidentes do trabalho.
Na NBR 14.280, fora apresentada extensa classificação de elementos essenciais à análise e às estatísticas dos acidentes. Com a mesma temos todas as condições de efetuar os procedimento e classificações de acidentes para descrição em laudos, memoriais e no Cadastro de Acidente do Trabalho – CAT.
Em geral é o técnico em segurança laboral que estuda e analisa os ambientes de trabalho de sua empresa para certificar-se de que os riscos estejam sempre sobre controle.
Iniciativa criatividade e proatividade elevam o valor profissional de qualquer colaborador que se dispõe a antecipar-se e dispor-se ao que for necessário para elevar a Segurança Laboral de sua Organização.