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quinta-feira, 21 de março de 2013

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OS 10 MAIORES ACIDENTES PETROLÍFEROS

Cada vez mais frequentes, eles causam enormes danos ao meio ambiente.
A maré negra que se espalha no Golfo do México desde a explosão e o afundamento da plataforma da British Petrolium, no último dia 20 de abril, tem o potencial de causar danos ambientais de grande alcance.
Mas não é, nem de longe, um dos maiores vazamentos de petróleo já registrados na história. Nos últimos 70 anos, mais de 80 episódios de média e alta gravidade lançaram nos mares e oceanos cerca de 7,4 bilhões de litros de petróleo – o correspondente ao volume de quase 3000 piscinas olímpicas. Os dez maiores desastres respondem por 68% desse total.
Seriam necessários meses para o acidente da BP se igualar ao do Ixtoc I, um superpetroleiro que explodiu há 30 anos e derramou 454 mil toneladas de petróleo na baía de Campeche, no México.
E anos para alcançar a magnitude dos 2 bilhões de litros derramados pelas forças iraquianas durante a Guerra do Golfo, em 1991, o maior da história. O volume de óleo jorrado pelo poço da BP – cerca de 11 milhões de litros, até agora – ainda é dez vezes menor que o liberado em 1967 pelo Torrey Canyon, um dos primeiros supertanques petrolíferos, que, após colidir com um recife, despejou 119 mil toneladas do óleo na costa sudoeste do Reino Unido.
Plataforma de petróleo nos Estados Unidos: óleo vaza no mar sem controle
Se o vazamento no Golfo do México não for controlado a tempo, talvez suas consequências se igualem às do Exxon Valdez, que entrou pra história não como um dos maiores acidentes petrolíferos, mas como um dos mais graves e emblemáticos. Em 1989, a embarcação americana contaminou 2.000 quilômetros de um litoral intocado, matando milhares de aves marinhas, focas, lontras e orcas. Duas décadas depois, ainda restam 95 mil litros de óleo na região, a maior parte debaixo da terra, segundo um estudo publicado em janeiro na revista Nature Geoscience.
Imagem mostra a plataforma da British Petroleum no Golfo do México.
A seguir conheça os dez maiores acidentes petrolíferos da história,  suas cronologias e dimensões de vazamento:
1- Guerra do Golfo, Kuwait, Golfo Pérsico (janeiro/1991)
Volume: 1 milhão e 360 mil toneladas (753 piscinas olímpicas)
O pior vazamento de petróleo da história não foi propriamente acidental, mas deliberado. Causou enormes danos à vida selvagem no Golfo Pérsico, depois que forças iraquianas abriram as válvulas de poços de petróleo e oleodutos ao se retirarem do Kuwait.
2- Ixtoc I, Campeche, Golfo do México (junho/1979)
Volume: 454 mil toneladas (251 piscinas olímpicas)
A plataforma mexicana Ixtoc 1 se rompeu na Baía de Campeche, derramando cerca de 454 mil toneladas de petróleo no mar. A enorme maré negra afetou, por mais de um ano, as costas de uma área de mais de 1.600 km2.
3- Poço de petróleo Fergana Valley, Uzbequistão (março/1992)
Volume: 285 mil toneladas  (158 piscinas olímpicas)
Trata-se de um dos maiores acidentes terrestres já registrados. Em março de 1992, a explosão de um poço no Vale da Fergana afetou uma das áreas mais densamente povoadas e agrícolas da Ásia Central.
4- Atlantic Empress, Tobago, Caribe (julho/1979)
Volume: 287 mil toneladas  (159 piscinas olímpicas)
Durante uma tempestade tropical, dois superpetroleiros gigantescos colidiram próximos à ilha caribenha de Tobago. O acidente matou 26 membros da tripulação e despejou milhões de litros de petróleo bruto no mar.
5- Nowruz, Irã, Golfo Pérsico (fevereiro/1983)
Volume: 260 mil toneladas  (144 piscinas olímpicas)
Durante a Primeira Guerra do Golfo, um tanque colidiu com a plataforma de Nowruz causando o vazamento diário de 1500 barris de petróleo.
6- ABT Summer, Angola (maio/1991)
Volume: 260 mil toneladas  (144 piscinas olímpicas)
O superpetroleiro Libéria ABT Summer explodiu na costa angolana em 28 de maio de 1991 e matou cinco membros da tripulação. Milhões de litros de petróleo vazaram para o Oceano Atlântico, afetando a vida marinha.
7- Castillo de Bellver, África do Sul (agosto/1983)
Volume: 252 mil toneladas (139 piscinas olímpicas)
Depois de um incêndio a bordo, seguido de explosão, o navio espanhol rachou-se ao meio, liberando cerca de 200 milhões de litros do óleo na costa de Cape Town, na África do Sul. Por sorte, o vento forte evitou que a mancha alcançasse o litoral, minimizando os efeitos ambientais do desastre.
8 – Amoco Cadiz, França (março/1978)
Volume: 223 mil toneladas (123 piscinas olímpicas)
Um dos piores acidentes petrolíferos do mundo aconteceu em 1978, quando o supertanque Amoco Cadiz rompeu-se ao meio perto da costa noroeste da França. O vazamento matou milhares de moluscos e ouriços do mar. Esta foi a primeira vez que imagens de aves marinhas cobertas de petróleo foram vistas pelo mundo.
9 – M T Haven, Itália (abril/1991)
Volume: 144 mil toneladas (79 piscinas olímpicas)
Outro superpetroleiro, o navio gêmeo do Amoco Cadiz explodiu e naufragou próximo da costa de Gênova, matando seis tripulantes. A poluição na costa mediterrânea da Itália e da França se estendeu pelos 12 anos seguintes.
10 – Odyssey, Canadá (setembro/1988)
Volume: 132 mil toneladas  (73 piscinas olímpicas)
O poço petrolífero localizado na província canadense de Newfounland explodiu durante uma operação de perfuração da plataforma americana Odyssey. Uma pessoa morreu e outras 66 foram resgatadas sem ferimentos.
A P-36 foi a maior plataforma de produção de petróleo no mundo antes de seu afundamento em Março de 2001. A plataforma era da estatal brasileira Petrobras e custou 350 milhões de dólares.

Acidente Petrobras espaço confinado

Segurança do trabalho. vídeo demostrando um acidente em espaço confinado ocorrido na Petrobras.


Detalhes Completo Acidente Plataforma P-36 Petrobras


A P-36 foi a maior plataforma de produção de petróleo no mundo antes de seu afundamento em Março de 2001. A plataforma era da estatal brasileira Petrobras e custou 350 milhões de dólares.
Veja o Vídeo de Simulação

quarta-feira, 6 de março de 2013

SAÚDE DOS OLHOS: SAIBA COMO PROTEGÊ-LOS PARA EVITAR ACIDENTES

Você sabia que os acidentes oculares são responsáveis pela maior parcela de casos de cegueira no mundo? Muitas vezes o cuidado com os olhos não recebe a nossa devida atenção e por isso alguns descuidos banais podem ocasionar graves lesões na região dos olhos.

Como prevenir é sempre melhor do que remediar, é importante aprender quais cuidados devem ser tomados em nossas atividades do dia a dia para evitar esses acidentes. Antes de tudo, lembre-se: nem sempre os sintomas da lesão aparecem imediatamente após o acidente.
Em alguns casos a ardência nos olhos, vermelhidão, inchaço e dores podem ocorrer em um espaço de tempo maior. Por isso, a primeira dica para garantir a saúde dos seus olhos é procurar um oftalmologista logo após o acidente, mesmo que não se esteja sentindo nenhum sintoma. Apenas um médico especializado na área poderá avaliar a gravidade do acidente e possíveis consequências para sua visão.
Lesões na região dos olhos podem ocorrer nas mais diversas situações do nosso cotidiano: em casa, no trabalho, praticando esportes e nas mais variadas atividades. Os idosos e as crianças são também mais vulneráveis a acidentes que podem comprometer a visão. O manuseio de objetos pontiagudos, químicos e até mesmo naturais, como as plantas, por exemplo.
No trabalho, as lesões nos olhos ocorrem principalmente quando o trabalhador não utiliza óculos de proteção para evitar que tais acidentes ocorram. As áreas como química, metalúrgica, mecânica ou salões de beleza são alguns dos principais setores que oferecem perigo de acidentes envolvendo os olhos.
Portanto, vale a pena lembrar: sempre que suas atividades envolvam risco aos olhos, faça dos óculos de proteção seu instrumento diário de trabalho.
Se liguem!!!
Nunca é demais lembrar, tenha um comportamento seguro para acidentes evitar.

domingo, 3 de março de 2013

OPORTUNIDADES DE EMPREGOS NA ÁREA OFFSHORE

OPORTUNIDADES TRANSOCEAN

A Transocean está buscando diversos profissionais: Radio Operador, Engenheiro, Marinheiro, DPO, Técnicos e Supervisores. 
Os interessados façam seu cadastro através do site www.deepwater.com/b

PETROBRAS NEGOCIA PARCERIA COM SINOPEC, EMPRESA CHINESA, PARA COMPLETAR AS OBRAS DAS REFINARIA PREMIUM I, NO MARANHÃO, E PREMIUM II, NO CEARÁ


Com dificuldades para tocar sozinha as obras de importantes refinarias de petróleo no Nordeste, a Petrobras precisou ir à China tentar convencer a estatal do setor no país asiático a entrar como sócia nos empreendimentos. A presidente da companhia, Maria das Graças Foster, aproveitou visita a prováveis investidores nos leilões de petróleo e gás marcados para este ano para tentar formar parcerias também na produção de gasolina e diesel.
A informação foi revelada na quinta-feira (28) pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que admitiu "uma certa dificuldade financeira" para a estatal levar adiante os projetos das Refinarias Premium 1 e 2, localizadas no Ceará e no Maranhão. No caso maranhense, o início do refino de petróleo estava previsto pela Petrobras para 2016, mas o governo estadual já estima que o empreendimento só esteja concluído em 2018.
"Um projeto nessa altura não pode acabar, ele é uma necessidade para o País. Estamos importando gasolina e diesel não porque não temos petróleo, mas porque não temos refinarias", disse Lobão durante o programa de rádio Bom dia ministro, produzido pela Radiobrás.
"Pedi que a Graça fosse à China buscar parceria com estatal para completar a refinaria do Maranhão", completou o ministro. A empresa chinesa em questão é a Sinopec, gigante do setor energético que tem ações listadas nas Bolsas de Hong Kong, Nova York, Londres e Xangai.
Após a participação no programa, Lobão voltou atrás e disse que a viagem da executiva à Ásia na semana passada foi feita, na verdade, a convite de empresários locais interessados em se associarem à Petrobras para a disputa dos leilões de exploração de gás e petróleo. A 11ª rodada ocorrerá em maio, o leilão de gás não convencional foi antecipado para outubro e o certame do pré-sal está marcado para novembro.
"O modelo contempla a formação de consórcios para explorarem essas áreas junto com a Petrobras. Por isso, a Graça visitou a China e visitará outros países", disse o ministro. "Mas ela recebeu convites para conhecer esses eventuais parceiros, ela não está lá como uma caixeira viajante", completou Lobão.
Térmicas. Lobão voltou a dizer ontem que o governo continua avaliando o pedido das distribuidoras de eletricidade de ajuda para lidar com o alto custo da energia térmica. Além das companhias de distribuição, as geradoras também vão procurar o governo para pedir socorro para arcarem com pelo menos R$ 600 milhões de um rombo total estimado em R$ 4 bilhões em janeiro. "Sempre recebemos os agentes do setor e vamos avaliar as demandas", limitou-se a comentar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.